quarta-feira, 17 de maio de 2017

NORMA PADRÃO

  Chamamos de norma padrão aquela considerada  pela sociedade como a que deve ser utilizada para transmitir informações importantes. A norma padrão , como a nossa experiencia cotidiana sabe, não é a unica existente . A língua portuguesa é rica em variedades , como diferentes plantas de uma mesma especie.Todas as variedades do português são apropriadas para a comunicação e interação dos seres humanos . A questão é que nem todas as variedades tem o mesmo prestigio e aceitação na sociedade.
   As primeiras dificuldades da norma padrão na sociedade aparece muito em textos de escola , concursos , redações , cartazes ou até em uma simples carta . Não conseguimos segui as regras da língua portuguesa com dificuldades em palavras com as letras S, SS , Ç e V e F .
   Para melhorar a sociedade , sobre o assunto da norma padrão , poderíamos ter mais videos de professores explicando profundamente o q é , teatros simbolizando letras , mais ditados em sala de aula , e se for necessário aulas aos fins de semana nas escolas , com tudo isso , melhoraria ainda mais a língua portuguesa e suas normas.

terça-feira, 16 de maio de 2017

POETA OLAVO BILAC

                                                      BIOGRAFIA OLAVO BILAC


Olavo Bilac (1865-1918) foi um poeta, contista e jornalista brasileiro. Escreveu a letra do Hino à Bandeira brasileira. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira nº 15. Foi um dos principais representantes do Movimento Parnasiano que valorizou o cuidado formal do poema, em busca de palavras raras, rimas ricas e rigidez das regras da composição poética.
Olavo Bilac (1865-1918) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 16 de dezembro de 1865. Filho do cirurgião do exército, Brás Martins dos Guimarães e de Delfina Belmira Gomes de Paula, só conheceu o pai em 1870, quando este voltou da Guerra do Paraguai. Teve uma infância cercada de histórias e hinos militares. Em 1880, entrou para a Faculdade de Medicina e depois Direito, sem concluir nenhum dos cursos.
Olavo Bilac dedicou-se à poesia e ao jornalismo, publicou suas primeiras poesias, em 1883, na Gazeta Acadêmica. Nesse mesmo ano, conheceu Alberto de Oliveira e sua irmã Amélia de Oliveira, por quem se apaixonou, mas foi impedido de casar, pois a família não aceitava a vida boêmia do poeta.
Passou a colaborar com vários jornais e revista como “Gazeta de Notícias” e o “Diário de Notícias”. Em 1886, colaborou em “A Semana”, juntamente com Machado de Assis, Alberto de Oliveira, Coelho Neto, Raimundo Correia, Aluízio Azevedo e outros. Em 1888, Olavo Bilac publicou seu primeiro livro, “Poesias”, contendo as “Panóplias”, “Via Láctea” e “Sarças de Fogo”.
Republicano e nacionalista, Olavo Bilac escreveu, em 1889, a letra do “Hino à Bandeira”. Opondo-se ao governo de Floriano Peixoto, em 1893, foi preso e exilado em Ouro Preto, então capital de Minas Gerais, onde escreveu “O Caçador de Esmeraldas”. Em 1897, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
Em 1907, no auge da popularidade, é eleito o primeiro “Príncipe dos Poetas Brasileiros”, em um concurso promovido pela revista Fon-Fon. Em 1914, nomeado pelo governo de Venceslau Brás, Bilac viajou pelo Brasil, fazendo campanhas cívicas em prol da alfabetização e do serviço militar obrigatório. Em 1915 fundou a Liga de Defesa Nacional realizando várias conferência cívicas.
Olavo Bilac formou junto com Raimundo Correia e Alberto de Oliveira, a famosa “Tríade Parnasiana”, inspirado na mitologia greco-romana, abordando-a nas poesias “O Julgamento de Frinéia”, “Messalina”, “Lendo a Ilíada” etc. O livro “Profissão de Fé” se tornou uma espécie de postulado do Parnasianismo. Para ele, o poeta deveria trabalhar as palavras minuciosamente, procurando a perfeição formal, a pureza linguística e a elegância do vocabulário.
Olavo Bilac morreu no Rio de Janeiro, no dia 28 de dezembro de 1918.


                MOMENTO HISTÓRICO EM QUE OLAVO BILAC ESCREVEU
    O Parnasianismo surge no final da década de 1870, em paralelo ao Realismo, porém com uma ideologia diferente e pautada numa postura antirromântica. Esse movimento inicia-se no Brasil com a publicação da obra “Fanfarras”, de Teófilo Dias. Sob forte influência francesa, tanto na poesia quanto no estilo de vida dos poetas, que buscavam imitar os costumes franceses vivendo num falso luxo, e deixando à margem a realidade brasileira. Esse momento tem como característica: A Arte pela Arte; Esteticismo ou Culto à forma, Racionalismo e a Cultura Greco-latina.

                                              PRINCIPAIS LIVROS
   


Sarças de Fogo

Olavo Bilac


LER O LIVRO
Em "Sarças de Fogo", de Olavo Bilac, permanece o lirismo, acrescentado ao sensualismo. São poemas eróticos, centrados na beleza física da mulher e no amor carnal, reduzido a um jogo bem arranjado de palavras, buscando mais o efeito que a genuína sensualidade.

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Tarde

Olavo Bilac


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"Tarde" é uma coletânea póstuma de Olavo Bilac. A obra foi publicada em 1919 e podemos notar o sentimento de frustração da vida, aproximação da morte e a busca pelo sentimento da existência.

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Via Láctea

Olavo Bilac


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Fazendo alusão às estrelas, o grande poeta Olavo Bilac escreve o poema "Via Láctea", composto por 35 sonetos, que trazem o amor platônico como tema de seu trabalho. É uma de suas principais obras.

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Contos Para Velhos

Olavo Bilac


LER O LIVRO
"Contos Para Velhos", de Olavo Bilac, é um livro que ironiza e desafia o leitor desde o nome, pois os contos são contados em prosas, mas também em versos. Pequenas histórias com textos simples que desafiam o cotidiano de pessoas e famílias do povo e das elites, pescadores e comedadores, habitantes de cidade grande e dos pequenos povoados do interior e do litoral. Chama a atenção para as paixões e os desejos em sua expressão mais simplória e cotidiana.

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O Caçador de Esmeraldas

Olavo Bilac


LER O LIVRO
Contando a história da expedição do bandeirante Fernão Dias Paes Leme, Olavo Bilac escreve "O Caçador de Esmeraldas", mostrando sua habilidade em escrever termos de variação estilística e metrificação de alexandrinos.

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                                                PRINCIPAIS POESIAS


A Velhice

Olavo Bilac

O neto:
Vovó, por que não tem dentes?
Por que anda rezando só.
E treme, como os doentes
Quando têm febre, vovó?
Por que é branco o seu cabelo?
Por que se apóia a um bordão?
Vovó, porque, como o gelo,
É tão fria a sua mão?
Por que é tão triste o seu rosto?
Tão trêmula a sua voz?
Vovó, qual é seu desgosto?
Por que não ri como nós?

A Avó:
Meu neto, que és meu encanto,
Tu acabas de nascer...
E eu, tenho vivido tanto
Que estou farta de viver!
Os anos, que vão passando,
Vão nos matando sem dó:
Só tu consegues, falando,
Dar-me alegria, tu só!
O teu sorriso, criança,
Cai sobre os martírios meus,
Como um clarão de esperança,
Como uma benção de Deus!

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Deixa o olhar do mundo

Olavo Bilac

Deixa que o olhar do mundo enfim devasse
Teu grande amor que é teu maior segredo!
Que terias perdido, se, mais cedo,
Todo o afeto que sentes se mostrasse?

Basta de enganos! Mostra-me sem medo
Aos homens, afrontando-os face a face:
Quero que os homens todos, quando eu passe,
Invejosos, apontem-me com o dedo.

Olha: não posso mais! Ando tão cheio
Deste amor, que minh´alma se consome
De te exaltar aos olhos do universo...

Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:
E, fatigado de calar teu nome,
Quase o revelo no final de um verso.

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O Pássaro Cativo

Olavo Bilac

Armas, num galho de árvore, o alçapão
E, em breve, uma avezinha descuidada,
Batendo as asas cai na escravidão.
Dás-lhe então, por esplêndida morada,
Gaiola dourada;

Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos e tudo.
Por que é que, tendo tudo, há de ficar
O passarinho mudo,
Arrepiado e triste sem cantar?
É que, criança, os pássaros não falam.

Só gorjeando a sua dor exalam,
Sem que os homens os possam entender;
Se os pássaros falassem,
Talvez os teus ouvidos escutassem
Este cativo pássaro dizer:

"Não quero o teu alpiste!
Gosto mais do alimento que procuro
Na mata livre em que voar me viste;
Tenho água fresca num recanto escuro

Da selva em que nasci;
Da mata entre os verdores,
Tenho frutos e flores
Sem precisar de ti!

Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola,
De haver perdido aquilo que perdi...
Prefiro o ninho humilde construído

De folhas secas, plácido, escondido.
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas?
Quero saudar as pombas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde,
Entoar minhas tristíssimas cantigas!
Por que me prendes? Solta-me, covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade!
Não me roubes a minha liberdade...
Quero voar! Voar!

Estas cousas o pássaro diria,
Se pudesse falar,
E a tua alma, criança, tremeria,
Vendo tanta aflição,
E a tua mão tremendo lhe abriria
A porta da prisão...

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Longe de Ti

Olavo Bilac

Longe de ti, se escuto, porventura,
Teu nome, que uma boca indiferente
Entre outros nomes de mulher murmura,
Sobe-me o pranto aos olhos, de repente...

Tal aquele, que, mísero, a tortura
Sofre de amargo exílio, e tristemente
A linguagem natal, maviosa e pura,
Ouve falada por estranha gente...

Porque teu nome é para mim o nome
De uma pátria distante e idolatrada,
Cuja saudade ardente me consome:

E ouvi-lo é ver a eterna primavera
E a eterna luz da terra abençoada,
Onde, entre flores, teu amor me espera.

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Por Tanto Tempo

Olavo Bilac

Por tanto tempo, desvairado e aflito,
Fitei naquela noite o firmamento,
Que inda hoje mesmo, quando acaso o fito,
Tudo aquilo me vem ao pensamento.

Sal, no peito o derradeiro grito
Calcando a custo, sem chorar, violento...
E o céu fulgia plácido e infinito,
E havia um choro no rumor do vento...

Piedoso céu, que a minha dor sentiste!
A áurea esfera da lua o ocaso entrava.
Rompendo as leves nuvens transparentes;

E sobre mim, silenciosa e triste,
A via-láctea se desenrolava
Como um jorro de lágrimas ardentes.

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A Um Poeta

Olavo Bilac

Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!

Mas que na forma se disfarce o emprego
Do esforço: e trama viva se construa
De tal modo, que a imagem fique nua
Rica mas sóbria, como um templo grego

Não se mostre na fábrica o suplicio
Do mestre. E natural, o efeito agrade
Sem lembrar os andaimes do edifício:

Porque a Beleza, gêmea da Verdade
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade.

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Ao Coração Que Sofre

Olavo Bilac

Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.

Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.

E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;

E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.

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Olha-me!

Olavo Bilac

Olha-me! O teu olhar sereno e brando
Entra-me o peito, como um largo rio
De ondas de ouro e de luz, límpido, entrando
O ermo de um bosque tenebroso e frio.

Fala-me! Em grupos doudejantes, quando
Falas, por noites cálidas de estio,
As estrelas acendem-se, radiando,
Altas, semeadas pelo céu sombrio.

Olha-me assim! Fala-me assim! De pranto
Agora, agora de ternura cheia,
Abre em chispas de fogo essa pupila...

E enquanto eu ardo em sua luz, enquanto
Em seu fulgor me abraso, uma sereia
Soluce e cante nessa voz tranquila!

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Em Mim Também

Olavo Bilac


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Um Beijo

Olavo Bilac

Foste o beijo melhor da minha vida,
Ou talvez o pior...Glória e tormento,
Contigo à luz subi do firmamento,
Contigo fui pela infernal descida!

Morreste, e o meu desejo não te olvida:
Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
E do teu gosto amargo me alimento,
E rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
Batismo e extrema-unção, naquele instante
Por que, feliz, eu não morri contigo?

Sinto-te o ardor, e o crepitar te escuto,
Beijo divino! e anseio, delirante,
Na perpétua saudade de um minuto...

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Dormes

Olavo Bilac

Dormes... Mas que sussurro a umedecida
Terra desperta? Que rumor enleva
As estrelas, que no alto a Noite leva
Presas, luzindo, à túnica estendida?

São meus versos! Palpita a minha vida
Neles, falenas que a saudade eleva
De meu seio, e que vão, rompendo a treva,
Encher teus sonhos, pomba adormecida!

Dormes, com os seios nus, no travesseiro
Solto o cabelo negro... e ei-los, correndo,
Doudejantes, sutis, teu corpo inteiro

Beijam-te a boca tépida e macia,
Sobem, descem, teu hálito sorvendo
Por que surge tão cedo a luz do dia?!

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Palavras

Olavo Bilac

As palavras do amor expiram como os versos,
Com que adoço a amargura e embalo o pensamento:
Vagos clarões, vapor de perfumes dispersos,
Vidas que não têm vida, existências que invento;

Esplendor cedo morto, ânsia breve, universos
De pó, que o sopro espalha ao torvelim do vento,
Raios de sol, no oceano entre as águas imersos
-As palavras da fé vivem num só momento...

Mas as palavras más, as do ódio e do despeito,
O "não!" que desengana, o "nunca!" que alucina,
E as do aleive, em baldões, e as da mofa, em risadas,

Abrasam-nos o ouvido e entram-nos pelo peito:
Ficam no coração, numa inércia assassina,
Imóveis e imortais, como pedras geladas.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Biografia da banda CHARLIE BROWN Jr

BIOGRAFIA

Charlie Brown Jr ( também conhecido como CBJR ) foi uma banda brasileira de rock formada em santos no ano de 1992 .As canções da banda misturavam vários gêneros musicais como o hardcore punk , reggae , rap , funk rock , rock alternativo e skate punk , criando assim um estilo próprio e original . Suas letras faziam diversas criticas à sociedade , alem de uma abordagem da perspectiva do universo jovem contemporâneo . Todos os membros da banda eram naturais da cidade de santos , exceto o vocalista Chorão , que nasceu em São Paulo .
   No dia 6 de março de 2013 , o membro -fundador Chorão faleceu em seu apartamento em São Paulo devido a uma overdose de cocaína e álcool .Os membros remanescentes da banda decidiram não mais usar o nome Charlie Brown Jr , assim mudando-se para A BANCA  , na intenção de preservar a memoria de Chorão com o antigo nome e homenageá-lo.Porem o novo grupo se extinguiu já em setembro, quando na madrugada do dia 9, após pouco mais de seis meses da morte de Chorão , o baixista-fundador de Charlie Brown Jr . e vocalista d'A Banca , Champignon foi encontrado morto em sua casa , em São Paulo , com grande probabilidade de suicídio.
   Em julho de 2015 , um levantamento da plataforma de streaming Deezer revelou que o Charlie Brown Jr. é a segunda banda brasileira de rock mais ouvida no exterior, atrás apenas do Sepultura .Em setembro de 2015, levantamento similar da Billboard Brasil divulgou uma lista similar com 47 brasileiros ,e o CBJr. apareceu na 31a posição, o quarto grupo (depois do Sepultura ,Natiruts e Tribalistas ).


COMEÇO DE CARREIRA

Em 1987 , o então adolescente paulistano de apenas dezessete anos de idade Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, se mudou para Santos,litoral de São Paulo , após uma infância difícil e traumática .Passou a se interessar pela pratica do skate e teve uma entrada repentina no cenário musical.Um dia, em um bar local , substituiu o vocalista de uma banda , quando o mesmo precisou se ausentar devido a necessidades fisiológicas. Uma pessoa da plateia , ao vê-lo cantar , convidou-o para ser vocalista em sua banda.Em 1990,quando o baixista da referida banda saiu ,Champignon , então com 12 anos de idade , foi apresentado ao Chorão por músicos conhecidos que frequentavam o mesmo estúdio do cantor, em São Vicente , para fazer um teste para baixista. Os dois formaram então a banda WHAT'S Up . Não há registros da what's Up disponíveis na internet , mais a banda , segundo relatos , praticava um som ligado ao thrash metal , hardcore e crossover. As letras eram em inglês e a pegada era semelhante a de bandas como Biohazard e Suicidal Tendencies .Os dois tentaram divulgar a banda ao longo da cidade.
   Tempos depois Chorão e Champignon decidiram convidar o baterista  Renato Pelado , egresso de bandas da cidade como Ecossistema , Jornal do Brasil , entre outros projetos.Mais tarde , Marcão e Tiago Castanho completaram a primeira formação do grupo, que ainda nao tinha nome .Eventualmente Chorão escolheu em 1992 o nome Charlie Brown Jr , inspirado em um incidente no qual o cantor atropelou uma barraca de água de coco com o desenho de Charlie Brown Jr,o protagonista da tira Peanuts, O ''Junior'' foi acrescido , nas palavras de Chorão , '' pelo fato de sermos filhos do rock'', inspirado por músicos do rock brasileiro à época como Raimundos , O Pappa , Nação Zumbi , e Planet Hemp. A sonoridade do grupo tinha influencias de grupos como Blink 182 ,Sublime , Band Brains ,311 ,Rage Against The Machine , NOFX e Suicidal Tendencies , misturado hardcore , skate rock , reggae e ska.


ÁLBUM (BIOGRAFIA DE UMAS DE SUAS MUSICAS )

 PREÇO CURTO....PRAZO LONGO é o segundo álbum da banda de rock brasileira Charlie Brown Jr. No CD estão os hits '' Zóio de Lula '' , '' Te Levar '' , '' Não Deixe o Mar te Engolir '' e '' confisco '' , que tem uma letra autobiográfica onde o protagonista tem todos os seus bens confiscados. Foi lançado no ano de 1999 pela gravadora Virgin Records .No Brasil vendeu mais de 250 mil cópias , sendo certificado com Disco de Platina pela ABPD . Até 2013 , 464.560 unidades do disco haviam sido comercializadas.
    Em 2013 , aproveitando a comoção causada pelo morte do Chorão , a gravadora EMI relançou este álbum , em seu formato original.



O que levou Chorão a escrever a música NÃO DEIXE O MAR TE ENGOLIR.


Sua prima relatou que Chorão andava muito deprimido principalmente após o término de seu casamento de 15 anos, assim se sentindo só. Sua morte ocorreu de forma triste, e bem no período de férias da banda, o que agravou a gravidade de seu momento particular.
Muitos questionamentos ocorrem após um acontecimento como este, principalmente no que envolve a família. Em um trecho da música Não deixe o mar te engolir, Chorão, ressalta entre linhas essa escolha “… Sinto saudades da minha família; mas a vontade de tocar e crescer é mais forte, é mais forte em mim agora; O bom é saber que não se pode entender, se perder e se achar para poder se entender…”, mas tudo ficará na especulação, no “se…”, “ e se…” das suas escolhas.
Outro elemento que causa profunda tristeza de tal acontecimento, é que sua caminhada até o sucesso foi dura, difícil e sacrificante. Sabendo que sua mãe foi doméstica, que teve um acidente vascular cerebral (AVC); e ele tendo estudado somente até o ensino fundamental, escreveu letras com suas observações práticas e simples da vida, das emoções, do comportamento humano… “Eles não entendem não vão descobrir; Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim; Não compare o que tu faz… Não se queixe da falta do peixe… Quem corre atrás tá ligado qual é o preço, não cresce o olho no que é dos outros… Tem que saber chegar, tem que esperar sua vez… Não deixe o mar te engolir…”.
E depois de tudo que Chorão passou em sua própria vida, “que lhe ensinou a caminhar com as próprias pernas, “yeah”; só restou ele se livrar do mal que o corroía, que o destruía”. Por isso era “preciso combater os inimigos que também eram internos, infelizmente mesmo sabendo disso, Alexandre Magno Abrão, não conseguiu. A música ensinou e ajudou tantos jovens a “não deixar o mar os engolir”, mas faltou a si mesmo… Infelizmente, o “mar engoliu” o Chorão.
Mesmo assim deixou sua lição com sua música e com sua vida, NÃO DEIXE O MAR TE ENGOLIR, YEAH!

O sabor da língua portuguesa.

    A língua portuguesa não é apenas uma língua falada, ela carrega uma história, uma tradição, as línguas em sí levam contigo, um símbolo, uma marca,a fala de uma pessoa é muito importante para seu futuro, e seu viver, teu conviver com a sociedade...
 É uma forma de se comunicar que muda de lugar pra lugar,por exemplo: no sul,o pão é chamado de cacetinho,já no sudeste é só pão.Em minas,eles usam muito a gíria "UAI",no norte é "OXI",e assim vai de região para região no Brasil (e em outros países também). 

Podemos dizer que é uma junção de algumas línguas (latim falado pelos índios antes da colonização,o português de Portugal,a língua dos imigrantes que aqui viveram),que foram se adaptando até se tornar o que é hoje.


NORMA PADRÃO

  Chamamos de norma padrão aquela considerada  pela sociedade como a que deve ser utilizada para transmitir informações importantes. A norma...

Colegial